quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Olha a sucuri na pista

Esta semana taxistas encontraram uma cobra sucuri atravessando a pista da rodovia AM10 em Itacoatiara Amazonas.
A cobra depois de pousar para selfs foi devolvida para seu habit natural.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

O amanhecer do caboclo amazonense!

Deitado na rede, ouvindo o barulho do motor
encolhida ao  meu lado  ela, cabocla cheirosa, meu amor...
o frio do madrugada, quebrado  pela luz do amanhecer  faz caboclo gemer no vai e vem da rede, no colo do meu  amor.
o tempo passa o dia chega e eu, olha já...vou pescar....com meu amor.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Crônica Minha escola de ontem e aqui tenho hoje.

Crônica
Minha escola de ontem e aqui tenho hoje.
Eu era bem menino, mas me lembro da minha primeira escola, verdadeiramente era um barracão coberto de palha,com  uma mesa comprida ao centro rodeada de bancos e crianças. Na cabeceira da mesa a professora, uma cartilha e uma régua de madeira bem grossa com um furo bem no centro, segundo os colegas aquele furo era para levarmos para casa a marca do castigo e nossa mãe descobrir as travessuras que havíamos cometido na escola.
O caminho que eu e meus irmãos, pegávamos  para chegarmos há escola, era o caminho do paraíso, um lindo paraná, nosso meio de transporte era uma canoa, nossa merenda, mingual de banana feito por nossa mãe, a lancheira uma lata de achocolatado e assim íamos para a escola, remando e felizes.
O método da professora, não lembro, não sei se tinha medo dela ou respeito, não tínhamos livros, não tínhamos materiais pedagógicos, carteiras, lousa, fardamento, merenda, mas aprendíamos o B.A.B.A. A cartilha “ Caminho Suave” para nós era como um livro  sagrado, decorar era preciso, a lição do dia, a tabuada, e se não decorassímos pagavamos o preço, a sabatina deixaria marcas em nossas pequeninas mãos. Mas nessas condições aprendi a ler e a escrever e ser um bom cidadão.
O tempo passou, novas escolas, novos professores, novos colegas e o método se configurava o mesmo eles sabiam tudo, nós alunos para eles éramos uma lampada sem luz, uma folha em branco, meros aprendizes. E assim, me tornei um professor.
A escola com piso de barro, com paredes e cobertura de palha se transformou em escolas modernas, construídas em alvenarias, com ar-condicionado, alunos com direito a fardamento,  livros didáticos, merenda escolar, professores qualificados, espaço para compartilhar suas idéias, acessos a tecnologia, que a um clik chegam a qualquer parte do mundo,e as inúmeras informações e a uma nova concepção metodológica, a escola transformadora.  É dentro desta nova escola que trabalho como mediador do conhecimento. Nas minhas aulas o planejamento é essencial, materiais didáticos se não chegam, construo com a turma, uso a reciclagem, o reaproveitamento de materiais caixa de papelão, cabo de vassoura, garrafas PET, a “onda” é ser ecologicamente correto.
 O espaço da sala de aula se transforma na extensão da casa do aluno, hora, cantinho da leitura,cantinho da matemática, sala de debate ou a quadra para pequenas atividades lúdicas.
Olho para meu tempo de estudante e sinto a falta da autoridade do professor... quando ela, “a professora” chegava dávamos bom dia, obedecíamos suas ordens, hoje em meio a tantas leis, a tantos canais de comunicação eu, professor, tenho que descer do “pedestal” e ser igual ou inferior para não ser processado, ofendido ou mal interpretado...mas tenho orgulho de ser professor, apesar da falta de conscientização de que a profissão, professor,é sagrada e essencial para as demais, tenho a consciência que devo continuar a formar novas gerações, construir pessoas livres  de preconceitos, livres de para sonhar e ser empreendedor e num futuro bem próximo ouvir... obrigado professor.
Joilson Souza 09/07/2015.

quarta-feira, 8 de abril de 2015