Esta semana taxistas encontraram uma cobra sucuri atravessando a pista da rodovia AM10 em Itacoatiara Amazonas.
A cobra depois de pousar para selfs foi devolvida para seu habit natural.
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Olha a sucuri na pista
domingo, 3 de abril de 2016
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
O amanhecer do caboclo amazonense!
Deitado na rede, ouvindo o barulho do motor
encolhida ao meu lado ela, cabocla cheirosa, meu amor...
o frio do madrugada, quebrado pela luz do amanhecer faz caboclo gemer no vai e vem da rede, no colo do meu amor.
o tempo passa o dia chega e eu, olha já...vou pescar....com meu amor.
encolhida ao meu lado ela, cabocla cheirosa, meu amor...
o frio do madrugada, quebrado pela luz do amanhecer faz caboclo gemer no vai e vem da rede, no colo do meu amor.
o tempo passa o dia chega e eu, olha já...vou pescar....com meu amor.
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Crônica Minha escola de ontem e aqui tenho hoje.
Crônica
Minha escola
de ontem e aqui tenho hoje.
Eu era bem menino, mas me lembro da minha primeira escola,
verdadeiramente era um barracão coberto de palha,com uma mesa comprida ao centro rodeada de bancos
e crianças. Na cabeceira da mesa a professora, uma cartilha e uma régua de madeira
bem grossa com um furo bem no centro, segundo os colegas aquele furo era para
levarmos para casa a marca do castigo e nossa mãe descobrir as travessuras que
havíamos cometido na escola.
O caminho que eu e meus irmãos, pegávamos para chegarmos há escola, era o caminho do
paraíso, um lindo paraná, nosso meio de transporte era uma canoa, nossa
merenda, mingual de banana feito por nossa mãe, a lancheira uma lata de
achocolatado e assim íamos para a escola, remando e felizes.
O método da professora, não lembro, não sei se tinha medo
dela ou respeito, não tínhamos livros, não tínhamos materiais pedagógicos,
carteiras, lousa, fardamento, merenda, mas aprendíamos o B.A.B.A. A cartilha “
Caminho Suave” para nós era como um livro
sagrado, decorar era preciso, a lição do dia, a tabuada, e se não
decorassímos pagavamos o preço, a sabatina deixaria marcas em nossas pequeninas
mãos. Mas nessas condições aprendi a ler e a escrever e ser um bom cidadão.
O tempo passou, novas escolas, novos professores, novos
colegas e o método se configurava o mesmo eles sabiam tudo, nós alunos para
eles éramos uma lampada sem luz, uma folha em branco, meros aprendizes. E
assim, me tornei um professor.
A escola com piso de barro, com paredes e cobertura de palha
se transformou em escolas modernas, construídas em alvenarias, com ar-condicionado, alunos com direito a fardamento, livros didáticos, merenda escolar,
professores qualificados, espaço para compartilhar suas idéias, acessos a
tecnologia, que a um clik chegam a qualquer parte do mundo,e as inúmeras
informações e a uma nova concepção metodológica, a escola transformadora. É dentro desta nova escola que trabalho como
mediador do conhecimento. Nas minhas aulas o planejamento é essencial,
materiais didáticos se não chegam, construo com a turma, uso a reciclagem, o reaproveitamento de materiais caixa de papelão, cabo de vassoura, garrafas
PET, a “onda” é ser ecologicamente correto.
O espaço da sala de
aula se transforma na extensão da casa do aluno, hora, cantinho da leitura,cantinho
da matemática, sala de debate ou a quadra para pequenas atividades lúdicas.
Olho para meu tempo de estudante e sinto a falta da
autoridade do professor... quando ela, “a professora” chegava dávamos bom dia,
obedecíamos suas ordens, hoje em meio a tantas leis, a tantos canais de
comunicação eu, professor, tenho que descer do “pedestal” e ser igual ou
inferior para não ser processado, ofendido ou mal interpretado...mas tenho
orgulho de ser professor, apesar da falta de conscientização de que a
profissão, professor,é sagrada e essencial para as demais, tenho a consciência que devo continuar a formar novas gerações, construir pessoas livres de preconceitos, livres de para sonhar e ser empreendedor e num futuro bem próximo ouvir... obrigado professor.
Joilson Souza 09/07/2015.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Mete o couro: Ex-juiz do caso Eike enganou BC para resgatar dinh...
Mete o couro: Ex-juiz do caso Eike enganou BC para resgatar dinh...: Magistrado usou decisões falsas e dados fantasiosos para restituição de valores, segundo denúncia O Juiz federal Flávio Roberto...
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