O caboco de verdade gosta da luz de lamparina.
Quando escurece ele pega a lamparina acende, chama os curumins, conta histórias de pescador perto da fogueira acessa no quintal.
De madrugada, vai poronga, pegar o peixe na zagaia na ponta da flexão.
Ser caboco é assim, não mudar a tradição.

Nenhum comentário:
Postar um comentário